lunes, 14 de mayo de 2018

Niegan el ingreso a los socios con abono al día

La reprogramación del partido de River Plate vs Estudiantes de La Plata fue sencillamente descabellado. Horacio Rodríguez Larreta condicionó el horario de un partido en el Monumental al horario de un recital en el Estadio de Obras, donde entra menos de un cuarto de la capacidad de River.

No es ningún hallazgo decir que el tránsito para llegar a Núñez un viernes a las 17hs fue una locura. Tampoco que el 90% de los socios llegaron tarde.

Lo que si es un hallazgo es que en el segundo tiempo el personal de seguridad contratado para verificar el ingreso no estaba más y los Policías de la Metropolitana impedían el ingreso de los socios con Tu Lugar Monumental al día.

A Gustavo, un socio con la cuota y Tu Lugar Monumental al día al que habían palpado cuadras antes del Monumental, le habían controlado antecedentes y las entradas correspondientes, le negaron el ingreso. Así le pasó a muchos más que se quejaban al no poder ejercer el derecho de poder ver el partido.

Se entiende que River no pueda modificar un horario caprichoso, también que tenga que desplegar un operativo más caprichoso aún ante la falta de visitantes, pero no dejar ingresar a quien tiene el derecho es una falta total de tacto.

Es esperable que cientos (miles quizás) lleguen para el segundo tiempo. Lo que no es esperable, es que no lo hayan previsto.



jueves, 5 de abril de 2018

La clave es el Chip

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Un chip con infinitas posibilidades
D'Onofrio llegó al club en el primer mandato prometiendo modernizarlo pero al mismo tiempo facilitar la vida del socio. El ingreso al Monumental se había transformado en una verdadera tortura. Esto provocaba un espiral de malhumor, primero de los socios y luego de la Policía, situación que se retroalimentaba terminando en corridas, palazos y trastornos por doquier.


El año pasado, este portal denunció una situación insostenible. Entrados en la era digital ya era una aberración que los socios que sacaron el abono Tu Lugar Monumental (antiestatutario, vale recordar), además tenían que ir a retirar nuevas credenciales cada vez que había un partido de Copa. No hubo mucho eco en los medios partidario pero si mucho ruido dentro de la dirigencia, que empezó a trabajar el tema.

Por qué decíamos esto? Porque el Carnet de TLM cuenta con la tecnología contactless UnitecBlue. Qué es esto? Simple, cada carnet tiene una memoria o microprocesador que emite una señal (radiofrecuencia) al lector (molinete o dispositivo tipo posnet). Esta es la misma tecnología que usa VISA en sus tarjetas de débito y crédito. Con este chip, se evitan históricos problemas. Se acuerdan cuando pasábamos el carnet dentro de la máquina y fallaba la banda magnética? 

También se disparan infinitas posibilidades. Con los lectores correspondientes, el carnet de abonado no solo permite comprar entradas online sin necesidad de ir a buscar carnets extra sino también, junto con las entradas se podrían comprar bebidas, snacks o comida y tenerlas precargadas antes de ir al Monumental. Vas al puesto de comidas, acercás la tarjeta al lector y te entregan lo comprado desde la comodidad de la semana. De esta forma, River no solo participaría del negocio como se hace hoy, sino que además tendría control absoluto de cuánto te cobran y cuánto se vende. Pero no nos vayamos tan lejos.

Si todo sale bien, hoy River Plate inaugurará el sistema de ingreso con partidos precargados en el carnet de abonado, sin dudas un gran paso hacia la simplificación de la vida del socio. Porque recordemos que estas pequeñas cosas son las que también hicieron que el socio vuelva a votar a D'Onofrio.

martes, 27 de febrero de 2018

Flamengo y la Libertadores: Um gigante em busca de redenção

Flamengo fue goleado en el último partido
Voltar a conquistar a Copa Libertadores é a grande obsessão da apaixonada torcida rubro negra. Porém, esse grande desejo tornou-se um pesadelo no passado recente do clube mais popular do Brasil.

Conhecido no país como “o mais querido” e dono de uma torcida estimada em 40 milhões de pessoas espalhadas em todo o território nacional, o Flamengo inicia, nesta quarta-feira (28), diante do River Plate, o caminho para tentar reviver o período de maiores glórias do clube no início da década de 80, quando conquistou a Libertadores, o mundial interclubes e três campeonatos nacionais. Nessa época, o rubro negro ganhou do seu rival da próxima quarta, o River Plate, no triangular final da Libertadores de 1982, com grandes atuações de craques como Zico, Junior e Leandro em pleno Monumental de Nunes, tendo perdido a vaga na final para o Peñarol do Uruguai.

Ocorre que, na década seguinte, o clube sofreu nas mãos de seus dirigentes, que por meio de péssimas administrações aumentaram a crise financeira, levando o clube a um dos piores momentos de sua história. O Flamengo somente conseguiu se reerguer no cenário internacional com o título da Copa Mercosul em 1999. Com um time modesto, porém bastante aguerrido, eliminou o Independiente, o Peñarol e venceu o Palmeiras para conquistar a copa. No ano seguinte, em 2000, o Rubro Negro foi eliminado justamente para o River Plate nas quartas de final em um jogo épico, que terminou com o placar de 4 a 3 para os argentinos. Já em 2001, o Clube perdeu o título na final contra o San Lorenzo nos pênaltis, em jogo disputado em Janeiro de 2002, devido à crise econômica na argentina no fim de 2001.

Após altos e baixos, o clube retomou o caminho das disputas de torneios internacionais em 2007. Entretanto, um novo fantasma se apresentou na vida do rubro negro: as eliminações precoces na Copa Libertadores. Apenas em 2010, a equipe conseguiu chegar às quartas de final, graças à presença do ídolo Adriano. Em 2007, 2008, 2012, 2014 e 2017, o clube foi eliminado precocemente, na maioria das vezes na fase de grupos da competição.

Novo cenário em busca de títulos

Em 2013, com a chegada de um novo grupo de dirigentes com experiência administrativa, o clube entrou em um processo de recuperação de suas finanças e, desde então, vem conseguindo sanar as dívidas, adquirindo a confiança de patrocinadores e jogadores, de forma a aumentar sua receita anualmente. A prova disso é que, atualmente, o Flamengo é apontado, junto com Palmeiras e Cruzeiro, como um dos principais candidatos aos títulos disputados no Brasil na temporada de 2018.

Quanto ao momento atual, o principal problema foi a troca de treinadores. Após a eliminação na fase de grupos diante do San Lorenzo em 2017, o jovem e promissor técnico Zé Ricardo deu lugar ao renomado técnico colombiano Reinaldo Rueda. O time retomou o caminho das vitórias e, mesmo sem convencer a torcida pelo futebol apresentado em campo, chegou às finais da Copa do Brasil e da Sulamericana, mas sem conquistar títulos.

Entretanto, na final da Sulamericana, o time enfrentou problemas que foram decisivos. Com Paolo Guerrero suspenso por doping e com grandes nomes como Diego, Everton Ribeiro e Everton rendendo muito abaixo do esperado, a equipe sucumbiu diante de seus torcedores no segundo jogo da final. O único destaque positivo foi a jovem promessa Lucas Paquetá, que segue como um dos principais nomes para 2018.

Com a saída precoce de Rueda para a seleção chilena e a chegada de um antigo conhecido da torcida, o experiente técnico Paulo Cesar Carpegiani, campeão da Libertadores pelo clube em 81, a equipe começou o ano realizando uma série de dispensas de jogadores. Alex Muralha, Rafael Vaz, Gabriel e Marcio Araújo foram negociados. Porém, houve dificuldade na reposição de nomes para reforçar a equipe. Apenas o centroavante Henrique Dourado, artilheiro do campeonato brasileiro pelo rival fluminense, chegou à equipe rubro negra, suprindo a necessidade de um homem de área, corrigindo uma falha na montagem da equipe no ano anterior, agravada com a suspensão de Guerrero.

Desse modo, tendo em vista o confronto da próxima quarta, os grandes destaques do time são as peças do meio de campo e ataque, que estão em uma boa fase. Jogadores como Diego, Everton Ribeiro, Everton e Lucas Paquetá estão tendo um bom início de ano e vem empolgando a torcida. Além disso, a jovem promessa de 17 anos, Vinicius JR (vendido ao Real Madrid), vem entrando bem na equipe no decorrer do jogo.

Por outro lado, a torcida anda muito reticente em relação ao sistema defensivo da equipe. O lateral peruano Trauco não está em bom momento e perdeu a posição para Rene, que possui características defensivas, sem destaque nos avanços. Pela direita, Rodinei deverá ser o titular, bom apoiador que não inspira confiança quanto ao posicionamento defensivo.

Outro problema seria a lentidão dos experientes zagueiros Rever e Rhodolpo, que não atuam bem quando desprotegidos pelo resto do time.  Ainda sobre a defesa, é provável a ausência do consagrado zagueiro Juan, com problemas físicos. Além disso, o volante titular do time, o colombiano Gustavo Cuellar, está suspenso pela Conmenbol por duas partidas. Em seu lugar entra o inexperiente volante Jonas. Por fim, permanece uma dúvida quanto à escalação do renomado goleiro Diego Alves, que ainda não se recuperou totalmente da fratura que teve no ombro no jogo contra o Junior Barranquilla.

Assim uma provável escalação seria: Diego Alves (César), Rodinei, Rever, Rhodolpo (Juan), Rene, Jonas, Diego, Everton Ribeiro, Lucas Paquetá, Everton e Henrique Dourado.

Os problemas do Flamengo não param por aí. A equipe irá atuar sem a presença de seus torcedores devido à punição em relação aos incidentes ocorridos na final da Copa Sulamericana. Além disso, o jogo será realizado no Estádio Engenhão, administrado pelo rival Botafogo. Estes fatos têm deixado a torcida rubro negra ainda mais preocupada com a partida de estreia.

Quanto ao grande rival River Plate, é fato que a torcida não gostou de tê-lo como adversário no mesmo grupo. Há um respeito muito grande pela tradição do River, principalmente por suas conquistas internacionais, em especial as mais recentes em 2014 e 2015. O mau momento do oponente na Superliga Argentina não altera essa condição de preocupação, pois todos sabem do grande potencial da equipe e da qualidade de seus jogadores. Os atletas mais conhecidos pelos brasileiros são os atacantes Ignacio Scocco e Lucas Pratto, que atuaram no Brasil. Pratto inclusive tem fama de algoz do Flamengo, tendo marcado contra o clube várias vezes pelo Atlético MG e São Paulo. O clube argentino conta ainda com o treinador Marcelo Gallardo, nome muito respeitado pelos brasileiros. A ausência do meia Gonzalo Martinez, entretanto, foi uma boa notícia para os brasileiros.

Mesmo diante do triste cenário, em função da ausência de público no estádio, a única certeza é a de que teremos um grande confronto entre dois dos maiores clubes da América do Sul. 


por André Luiz Ribeiro
Sócio torcedor do Clube de Regatas do Flamengo.

miércoles, 21 de febrero de 2018

Axe nuevo sponsor de River Plate

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Axe será el sponsor del pantalón de River Plate
Los argentinos somos una de las poblaciones que más desodorante usa en el mundo, según la consultora de consumo masivo Kantar Worldpanel. Además, el 70% de los hombres consumen desodorante en aerosol comprando, en promedio, 10 unidades al año. La brecha es tan grande en América Latina que el segundo en la lista, Chile, consume solo 4.6 al año.

Esto explica por qué Unilever, líder del mercado, no solo invirtiera USD115 millones en Argentina posicionando al país como un gran productor mundial sino que ahora hace pie en el fútbol.


Dentro de unas semanas se rubricará la firma con River Plate y Boca Juniors para que Axe se convierta en sponsor ubicando su marca en la parte posterior del pantalón de ambos clubes. Su logo se comenzará a ver a partir de marzo.

Unilever se embarcó en el sponsoreo con un requisito: los dos grandes o ninguno. Sabido es que las marcas logran una exposición importantísima con los grandes pero se potencia la inversión si es en los dos grandes en simultáneo. No solo por la exposición en ambos sino por las activaciones de marca que se pueden realizar utilizando los derechos en conjunto. El BBVA y Huawei son un ejemplo claro. De esta forma, evitan ser parciales o, como se diría en la actualidad, 'quedar de un lado de la grieta'.

En lo económico, River incorpora un espacio de publicidad que usó solo una vez y le representará ingresos equivalentes a un poco menos de un quinto lo que ingresa por el pecho de la camiseta. El contrato será por dos años por un total de aproximadamente USD1.200.000.

En una coyuntura económica desafiante por la inversión multimillonaria en refuerzos como Pratto y la salida de BBVA en junio, es una noticia para festejar como un gol. Porque este trabajo es tan importante como el que hace Gallardo. Sin plata es imposible traer refuerzos ni mantener al día a ningún plantel del fútbol argentino. Esa es una de las grandes explicaciones de la mística ganadora de D'Onofrio en el club.

miércoles, 14 de febrero de 2018

Nueva Camiseta Tricolor River Plate 2018

Adidas acaba de lanzar la camiseta tricolor alternativa de River Plate para la temporada 2018 y 2019 con un dorso totalmente blanco, muy polémico para algunos.

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viernes, 2 de febrero de 2018

Europeizar el Monumental generando recursos

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La Tribuna Centenario Baja sin alambrado
Sabido es que los clubes como River Plate tienen que generar constantemente recursos para enfrentar compromisos futbolísticos. Y esto se da con énfasis en Núñez, dado que el fútbol aún al día de hoy sostiene deportes federados que trasladan su déficit operativo.

Al mismo tiempo, el Mundial 2014 dejó en Brasil una batería de estadios que hacen que los de Argentina ya no contrasten solo con Europa sino también con América Latina. Tan modernos que no solo los hinchas están, literalmente, al lado de los jugadores sino que además están preparados para una evacuación hacia el campo de juego.

Volviendo a River, los organismos de seguridad ya habían alertado en reiteradas oportunidades: no debería haber más banderas en las tribunas Sívori y Centenario bajas. Donde todos vieron un problema, D'Onofrio vió una oportunidad doble. Por qué?

Por un lado, el reelecto Presidente encontró que podía "europeizar" el estadio, limpiando la visual del espectáculo futbolístico. Esta idea no es actual sino que viene desde cuando River diseñó la premiación de la Recopa Sudamericana con los jugadores entrando a la San Martín Baja. Reeditado este concepto y ante la imposiblidad de prohibir las banderas, D'Onofrio planteó directamente eliminar los alambrados y reemplazarlos por un vallado permanente sobre una pista de atletismo que no tiene las medidas reglamentarias para competir.

Por último, pero no menos importante, esto redundará en una ampliación del estadio. Si, suena ilógico pero River tenía que "subvender" la capacidad de dichas tribunas por culpa de las banderas. Para dimensionar la ampliación, el cambio representa un corralito y medio de la Centenario Alta, ya que éste tiene 1.800 ubicaciones. De esta forma, el club expenderá 3.000 tickets más para la Copa Libertadores y 3.000 abonos Tu Lugar Monumental.

Hagamos las cuentas: Los abonos de Tu Lugar Monumental para dichas ubicaciones hoy se venden a $3.900 y el ticket promedio de la Copa Libertadores es de $500 por partido aproximadamente. Esto representa $11.700.000 por TLM y $1.500.000 por partido de Copa. Si se llega a semifinales, se recaudarían $9.000.000. Sumen: este simple cambio representa ingresos anuales por $20.700.000, con una inversión de $1.600.000, que es lo que salió la obra.

D'Onofrio acaba de salir de un problema generando $19.100.000 anuales mientras moderniza el Monumental, un negocio redondo por donde se lo mire.

jueves, 18 de enero de 2018

Los 10 desafíos del segundo mandato de D'Onofrio

D'Onofrio, Brito y Cascio frente a los desafíos del nuevo mandato
Rodolfo D'Onofrio arrancó su segunda gestión como el Presidente más votado de la historia de River Plate. En el Club y, por sobre todas las cosas, en su despacho desbordan de alegría. Sin embargo, propios y ajenos reconocen que la coyuntura interna, externa y futbolística, plantean desafíos mucho más importantes que cuando arrancó. Para dimensionarlo, entendamos que son más desafiantes que levantar un club de la ruina. Repasemos los más importantes.

El ego
El primer escollo que marca la mayoría de los dirigentes es su ego. Se sabe que el Presidente no desborda de humildad. Sus logros empresariales, deportivos y, sobre todo, electorales potenciaron este rasgo. A pesar de todo esto, alguien lo contiene: Gallardo. No solo es su debilidad sino que, en la intimidad, le teme. "Fijate que nunca le dice que no a nada", repiten varios dirigentes. Que la racionalidad le gane al ego es crucial de cara a los desafíos en estos cuatro años.

La influencia política de Boca
D'Onofrio puso en jaque el proyecto político de Angelici en Boca y salió a medirse en la política. Fueron dos jugadas que lo pusieron en las antípodas del poder amarillo. Ese poder que hoy ostenta la Presidencia de la Nación, la AFA y la Justicia, algo inédito en la historia del fútbol Argentino. Se ve en datos concretos. Cuando Infantino visitó la Argentina, hizo una parada en Ezeiza para reunirse a solas con Tapia y cuentan que no solo se habló de la AFA. Por otra parte, aseguran que el propio Macri le pidió al gobierno de Qatar -acuerdo firmado por Michetti mediante- que sean el reemplazo del BBVA Francés. Incluso, afirman que intervino económicamente en la vuelta de Tévez para la reelección de Tapia porque sabían que no ganaba. Todo el poder, al servicio de el eterno rival. 

Gallardo
Si bien el Muñeco es todo un estandarte de la gestión D'Onofrio, también es cierto que ganar todo en dos años no permite que te quedes seis. Y menos de corrido. Los 11 jugadores son la única herramienta con que cuenta el técnico para seguir ganando. Como dijimos en el punto anterior, todo el resto en contra. El mismo Gallardo lo dijo ayer. Palo y gol es reelección, palo y afuera saca DT, dice la máxima de la política en el fútbol. A lo que hay que agregar que si el eterno rival consigue -o le consiguen- títulos internacionales, la presión será mucho mayor. Pero a no equivocarse, D'Onofrio aseguran que no lo echaría. El dilema es cómo reaccionará Gallardo el día que no consiga títulos. Además, este año la Selección se juega un pleno. Un fracaso mundialista, abre la puerta a su pase a la celeste y blanca, una jugada a doble banda de la dupla Tapia-Angelici.

La jerarquía
Uno de los puntos flacos de la primer gestión fue la fuga de jerarquía. Se fueron gratis jugadores por 12.000.000 y River no se pudo reponer. En estos dos últimos mercados de pases, abrió la billetera a piaccere del DT. Trajo fuerte pero también gastó fuerte. Esto implica recaudar fuerte en un contexto de crecimiento moderado del país y adverso en lo político, no será fácil sostener ese nivel del plantel. Sumado a esto, habrá que entender qué sucede que, a pesar de las ofertas, ni siquiera se venden jugadores que no se utilizan.

La oposición
El cambio en la fecha de la elección y la sensación todopoderosa del triunfo hizo que D'Onofrio muestre en su asunción todo su ego dinamitando toda posibilidad de enlace con la única oposición institucional que quedó. Es verdad que no la necesita para ninguna decisión, pero también dinamitó toda posibildad de trabajo constructivo. Es algo que los hombres cercanos al Presidente tendrán que trabajar por él. En River más que nunca hay que estar unidos y controlados. Unidos frente a un adversario todopoderoso y controlados para no caer en locuras que, sabemos, casi llevan a la quiebra al club.

Los medios
Salvo el último año de Aguilar y el mandato de Passarella, los medios siempre han sido complacientes. El socio no tenía lugar donde apelar para visibilizar su reclamo y D'Onofrio demostró ser muy hábil. Cuando algunos pocos marcan errores de forma constructiva, nunca sabés si hacés las cosas bien.

El Monumental
Quizás el desafío estructural más grande de los últimos 30 años. Hay que ser realistas, si River quiere volver a ser sede en un eventual Mundial 2030, hay que hacer un estadio nuevo. Los informes muestran que los cimientos del Monumental no resisten una remodelación. La ecuación vender terrenos y mudar el Monumental, bien ejecutada, potencia la economía del club. Un estadio de nivel mundial no puede ser "incrustado" en una mole de más de 75 años. D'Onofrio tendrá que invertir parte de su enorme capital político para tomar una decisión que tiene un gran consenso dirigencial pero escaso entre los hinchas. La incógnita es qué hacer con el Instituto durante el proceso.

Reforma del Estatuto
El Estatuto tiene que ser aggiornado no solo para incorporar nuevas categorías de socios sino también para poder separar la economía del fútbol con la del Club Social, que está obligado a autosustentarse. Los socios plenos siempre fueron un cuco para los presidentes. Lógico, votaban ellos. Ahora que el socio simple está comprometido, desapareció la guillotina y los socios plenos tendrán que admitir que deben pagar una cuota acorde a cualquier club que pretende crecer en el futuro.

El socio
El socio pagó la resurrección, tanto del club como del fútbol. Con un nuevo Monumental, con un club que no sea sustentado por el fútbol, la relación debería mejorar sustancialmente. Hay que volver a cuidarlo y defenderlo de los destratos. No puede ser el que pague todo.

La sucesión
Sabido es en el club que este era el mandato de Brito. Sin embargo, él mismo entendió hace dos años que podía esperar cuatro años. El camino no es simple, Patanian dio un paso al costado con más de 60 puntos de imagen positiva. Si bien falta muchísimo, la única certeza es que uno seguirá como hincha y el otro sera potenciado o desgastado por la gestión. D'Onofrio tendrá que tomar dos decisiones. Primero si decide laudar por uno de ellos. La segunda, por cuál.

En síntesis, D'Onofrio tiene cuatro años por delante con un desafío superlativo, tanto en lo interno como en lo externo como en lo interno. Un desafío que, antes de postularse, conocía mejor que ninguno.